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quinta-feira, 14 de julho de 2016

01.07.2016 - Dança de Isis - Tempo de Histórias, com Elena Lamego pela A...

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)

Tempo de Histórias
Teatro Álvaro de Carvalho (TAC)
Florianópolis (SC)

DANÇA DE ISIS
Dança Narrativa

Foi pura magia ver esta arte narrativa: Dança de Isis!

A ABCH está recebendo pérolas cheias de magia.

Claudete T. da Mata
Filmagem: Presidente Nacional da ABCH

terça-feira, 12 de julho de 2016

CRIANÇAS FAZEM UMA HOMENAGEM ÀS ACADÊMICAS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CON...

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)


Em Presidente Getúlio - Santa Catarina, foi lindo de ouvir de dentro desta roda cheia de amorosidade humana. Esta é a recompensa maior que podemos ter.

ESCRAVA ISABEL DA ILHA DE SANTA CATARINA - POR SUA NETA OSMARINA!

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)



Um pedacinho de uma História da História - um pedacinho de tudo o que vivenciou na sua meninice na Ilha de Santa Catarina. Neta da escrava Isabel, ela narra a história de seus avós paterno, nativos da Ilha de SC.



Osmarina Maria de Souza foi à cidade de Presidente Getúlio/SC, e na noite de 08 de julho de 2016, às 21h, integrando-se no Projeto "Em Cada Canto um Encanto: Levando os contos onde os contadores de histórias ainda não foram", ela narrou a história de sua avó Isabel que abrilhantou o nosso Plano de ação em Grupo/Primeiro Semestre de 2016.



Na nossa Academia é assim, estamos sempre na estrada a levar as encantarias do imaginário e da vida real a toda a gente sem fronteiras. Vó Osmarina, Acadêmica-Patrona da Cadeira 12, tem 86 anos de idade, sempre cheia de disposição. Para essa viagem, liguei para ela, no dia 07.07, quando a acordei a lembrá-la que passaria em sua casa às 08h para pegá-la - ela estava dormindo e, meio sonolenta, acordou de vez para se aprontar e seguir conosco nessa viagem. Ela não perde uma oportunidade. Está sempre a viver a Vida com toda a sua plenitude.



Vó Osmarina é Contadora de Histórias da História!



Entre na nossa página no Facebook: Academia Brasileira de Contadores de Histórias - ABCH (Matriz), onde você pode, também, ver tudo o que temos feito, comente com o apoio da Fundação Catarinense de Cultura/FCC que nos cede a Van para as nossas viagens. E sempre que podemos conseguir o apoio dos moradores dos municípios na aquisição da hospedagem e alimentação, facilita mais a nossa ida. Nessa viagem, por exemplo, ficamos na casa do casal Zago, com alimentação, também.



Não temos ajuda de políticos, somente levamos as histórias a todos os lugares com o auxílio dos cidadão que nos hospedam em suas casas, com café da manhã, almoço e janta, quando os estabelecimentos onde levamos os nossos projetos não nos oferecem.



Você pode fazer parte do nosso trabalho por meio de doações espontâneas, depositando sua doação direto na Conta Bancária da ABCH:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - AG. 1.555, OPERAÇÃO: 013, CONTA: 22.823-3

EM NOME: ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS

CNPJ: 23.075.093/0001-19 - MATRIZ



Só não estamos indo mais adiante por falta de recursos financeiros. Somos uma instituição sem finalidades lucrativas. COLABORE!



Claudete t. da Mata

Presidente Nacional-Fundadora da ABCH

"Um por todos e Todos por um!"


domingo, 19 de junho de 2016

CONTO DE AUTORIA - PRIMEIRA FESTA DE PIJAMA DA BIBLIOTECA DA VÓ DORA!

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)




Esta é a confreira Aparecida Facioli, uma apaixonada pela narração oral com o uso de elementos de cena.

Esta é a sua primeira narração com as bonecas no seu colo. Na oralidade, sendo um conto de sua autoria, a contadora brinca do seu jeito com a narratividade.

CONTO DE AUTORIA - PRIMEIRA FESTA DE PIJAMA DA BIBLIOTECA DA VÓ DORA!

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)




Esta é a confreira Aparecida Facioli, uma apaixonada pela narração oral com o uso de elementos de cena.

Esta é a sua primeira narração com as bonecas no seu colo. Na oralidade, sendo um conto de sua autoria, a contadora brinca do seu jeito com a narratividade.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

O HOMEM SEM SORTE - CONTADORA DE HISTÓRIAS: VÂNIA SCHWENCK

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)



Filmagem: Claudete T. da Mata

Mais uma história para nos alegrar. Mesmo que o final não seja do nosso gosto.

A contadora brinca com a narrativa, as vozes, os movimentos, o tempo, os desejos...



Dia 02 de junho foi um dia especial para a ABCH!



Claudete T. da Mata

Academia Brasileira de Contadores de Histórias - ABCH (Matriz)

quarta-feira, 1 de junho de 2016

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Nos Campos do Paiquerê, de Cléo Busatto - Naipi e Tarobá

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)



Mais um pouco de encantaria a desatar os fios das teias da memória... De Cléo Busatto!

domingo, 15 de maio de 2016

Meu Avô me contou, Leonardo Boff escreveu e Eu narrei!

ACADEMIA BRASILEIRA DE CONTADORES DE HISTÓRIAS (ABCH-MATRIZ)







Por que há tantas estrelas no céu?

Narração feita em Abril de 2015, no Colégio Catarinense, em Florianópolis/SC. Por Claudete T. da Mata.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

DOIS DIAS DE MUITOS SABERES!

DIA 16 E 17 DE OUTUBRO NA ILHA DA MAGIA 

SEMINÁRIO DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL
UFSC E UNISUL - 2014
Na sala 621, no Centro de Ciências da Educação e Comunicação, apresentação do Projeto Boca de Leão.

Eu e a professora Natália Rigo nos apresentando para iniciar a apresentação do projet.
 Prof. Natália abrindo a nossa apresentação.
 Eu na apresentação do histórico da Oficina.
 Exposição das ações desenvolvidas a partir de 2012 aos dias atuais, até 2015.
 Professora Natália relatando as experiências vivenciadas pelo Grupo Boca de Leão e sua participação como integrante do mesmo.
 Eu relatando sobre a metodologia das nossas ações: estudo e pesquisa por meio de leitura e análise da narrativa, incluindo uma das técnicas de criação literária (Objeto inspirador) no processo de escrita consciente e criativa, as atividades voltadas à prática da oralidade e os segredos da narrativa, nossos eventos votados à contação de histórias na Biblioteca Pública de SC e pela comunidade, as oficinas propiciadas ao grupo com a vinda de outras ministrantes como Cléo Busatto, Irene Tanabe e outras que estarão nutrindo o Grupo Boca de Leão futuramente, como: Clarice F. Caldin (Professora da UFSC) e ainda conseguirei trazer Marina Colasanti.
Durante a exposição do projeto boca de Leão, falamos sobre quatro proposta de Oficinas para 2015. 
Ao final da quarta apresentação, a coordenadora da sala abriu a roda de debates. Todos solicitaram informações sobre o que ouviram, em especial sobre a proposta para 2015. Nossa apresentação foi um sucesso.

Eram 16h na Ilha da Magia - Tarde que ficou nublada após muito Sol. De volta para casa, registrei a nossa ponte de dentro do ônibus.
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 No dia 17, acordei refeita e fui passear de triciclo na Beira-mar de São José e fotografei o padroeiro dessa antiga cidade.
Preste atenção na mão do menino!

O menino parece estar à procura do passarinho.
Este monumento tem mais de 4 metros de altura. Já foi danificado uma vez por moradores vizinhos e sem noção do estrago causado ao patrimônio público. Após a ação de vandalismo, colocaram o monumento nas alturas.  

Neste mesmo local, na minha infância, eu me banhava e brincava com os botos que vinham até a beira do mar. Era a festa da criançada. Ninguém tinha medo deles.

 Alguns adultos diziam que os botos vinham para proteger os banhistas e quando alguém se afogava, eles vinham e empurravam a pessoa para a beira da praia.

Depois que construiram essa Beira-mar, com o aterro, os "botos" sumiram, a população cresceu e passaram a colocar os seus esgotos no mar, poluindo o local onde antes os peixes eram fartos, os moluscos como: berbigão, conchas, ostras e até os camarões que surgiam nas possas da maré seca, sumiram.

Com as novas construções, a nossa antiga praia de São José já não é mais favorável aos banhos de mar que antigamente eram frequente pelos moradores locais e bairros vizinhos.

Infelizmente, o progresso sempre vem para melhorar em partes a vida do próprio homem. 

E a natureza sempre fica sem respostas. Ela morre aos poucos.

Onde antes eu me banhava, hoje não posso colocar nem a ponta dos dedos dos pés. O risco de contaminação é 100%, porque os hotéis e os moradores de São José insistem em jogar os seus dejetos no mar.

(Fotos e textos de Claudete T. da Mata)