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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

TECENDO A FUNÇÃO SOCIAL E EDUCACIONAL DA ARTE DE LER E CONTAR HISTÓRIAS DENTRO E FORA DA SALA DE AULA!


E porque não pensar também na Conexão do Narrador Oral em sala de aula, para as possíveis troca de saberes entre o Narrador e seus Ouvintes-Leitores, no desdobramento dos conceitos a serem apreendidos no processo de ensino-aprendizagem, próprio do ambiente escolar? Uma conexão que também pode acontecer de maneira implícita, através da narração de contos temáticos, onde o Narrador necessariamente não precisa ser um professor, mas sim aquele contador de histórias que adentra o ambiente escolar para fazer as suas apresentações sem o compromisso de ensinar conteúdos pedagógicos..., onde, querendo ou não, esse tipo de conexão por meio da arte narrativa - Arte de Ler e Contar, passa a ser, por que não, um dos meios de troca de informações que pode acontecer em dois estados: estado temporal (tempo do fato...) e atemporal (Aquilo que mesmo sendo passageiro, resiste ao tempo - Está sempre indo e vindo na voz da história narrada), material (quando o narrador faz uso de elementos na retratação dos fatos) e imaterial na conexão de saberes científicos com a tradição (Alusão às narrativas passadas de gerações às gerações, cada qual no seu tempo a escrever e perpetuar a Ancestralidade da Arte Narrativa - Na transmissão de costumes, comportamentos, memórias, rumores, crenças, lendas...).
(Segunda Semana do Contador de Histórias de Florianópolis/2019 - Narradoras Orais: Eli (da Associação dos Contadores de Histórias de Florianópolis - ACONTHF e Jane Severo (da Cia Mãos que Tecem Histórias, levam as Histórias aos educandos de uma Creche do município de Florianópolis/SC/BR)
A Narração de História, como também a Mediação de Leitura Animada por meio dos "desenhos feitos nas pedras", temos aqui duas artes milenares com início no interior de cavernas, ainda vivas por estarem na memória do povo que ainda gosta de narrar e ler histórias. Esta arte compreende as exemplificações e elucidações virtuais que utilizamos como meios estratégicos que levam ao sujeito o reconhecimento do que ele tem em comum com o meio no qual está inserido (no aqui, no agora e através dos tempos), mostrando como se preserva as de espontaneidade do “ser humano”.
Contador de Historias atua com indivíduos concretos, com os quais ele tem que interagir e integrar nos mesmos o cognitivo (aquisições abstratas), o afetivo (motivação intrínsecas) e o social (vínculos e intercâmbios realizados pelo sujeito do processo). Partindo deste pressuposto, as estratégias servem para mostrar ao público alvo, diferentes formas de se enfrentar momentos dramáticos e se preserva a personalidade até a queima de conflitos.
E na sua fase contemporânea, com o advento das técnicas teatrais para o aperfeiçoamento performático da linguagem corporal, da voz e da estética do espaço geográfico (ambiente das apresentações), a contação de histórias também busca meios e técnicas específicas em relação à estética das suas linguagens em cena: corpo, voz, ambiente físico, seja nas suas ações individuais ou em grande grupo, para que os narradores orais possam estar de acordo com as finalidades dentro dos objetos desejados desde que estejam no caminho da narrativa a pensá-la não só para si, como também para o desdobramento do olha e da escuta social de seus ouvinte presentes. Assim não se deixa morrer o que foi narrado. E juntos, narrador e ouvintes estão costurar asas nas histórias - asas que levarão as histórias para além do lugar da contação, assim do jeito deste mantra narrativo que muitos narradores costumam verbalizar no final do conto: "E foi até aos ouvidos dos patos a sair pela boca do pinto que lá na frente contará mais cinco" (Reinventada por Claudete T. da Mata)...
De imediato à finalidade desejada, o Contador de Historias e Mediador de Leitura Animada colocam em cena os seus objetivos, quando feito com consciência desses dois atos, conseguem rasgar sorrisos com os resultados desejados assim, de forma implícita ao explicitar a historicidade social contida nas histórias. Assim, partindo delas e sendo determinadas nelas mesmas, inserindo-as nas relações do sujeito com o outro e tornando-o uma conseqüência desse processo através dos processos cognitivos, afetivos e sociais.
Os procedimentos deverão trazer dinâmicas recheadas de propósitos transdisciplinares, capazes de provocar a modificabilidade cognitiva, afetiva, emocional, em especial para o contador e o leitor de histórias de dentro e de fora da sala de aula - a sala que faz uso dessa arte milenar como meio de ensino e aprendizagem, a proporcionar aos seus educandos (sua plateia de todos os dias) atraves deste meios os mais agradáveis espaços de aprender a aprender os ensinamentos com alegria... Assim também se faz da arte de contar histórias, uma arte para refinar o planejamento pedagógico e a escuta educativa em sala de aula, ambiente onde se concentrar objetivos e desejos ao mesmo tempo...
Alguns questionamentos básicos que não podem calar só por ouvir dizer: 
De que maneira os Professores de Educação Artística e da própria Literatura, conseguem olhar a Arte de Ler e Contar Histórias em Sala de Aula? 
De que forma o Narrador de Histórias de Sala de Aula, reconhece seus substratos de intervenções pedagógicas voltadas à prevenção das dificuldades nos processos de ensino e aprendizagem? 
Como propõem tarefas pedagógicas voltadas à encantaria das histórias, para os seus  alunos, dentro do que eles necessitam para aprender em cada área do conhecimento (disciplina), com espontaneidade e prazer?

Ao responder esses questionamentos, vamos estar fazendo uma conexão para além do estamos a escrever pós nossas leituras de mundo, voltadas ao papel do narrador oral, dentro do seu estilo a respeitar o estilo de seus ouvintes, como também as suas necessidades por ambos estarem no mesmo ambiente, mesmo que de um lado está o narrador e do outro o ouvinte-leitor. São respostas a serem dadas com inteligência e sabedoria, já que o campo dessas conexões são bem abrangentes, por isso necessitam ser conscientes. É quando verbalizo em determinados momentos em grupo de formação, o valor e seus benefícios quando somos contadores de histórias conscientes dos nossos deveres em cena - Onde o que delineamos com a alma, precisa estar escrito no coração a se manifestar de muitas formas: por imagens (Uso de elementos materiais) ou palavras (Os verbos na constituição de diálogos que retratam as imagens virtuais além de todos os textos memorizados...). Enfim, falar ou pensar nessa Conexão, é algo que exige momentos únicos de tamanha profundidade. Seja Contando Histórias ou fazendo Mediação de Leitura...
Mediação de Leitura Animada - onde as ilustrações não são expostas durante a mediação, de maneira que os ouvintes sejam permitidos a viajar com a oralidade e imaginar as cenas, dentre outros benefícios tanto para quem está a se deliciar com as encantarias das histórias, quanto para os ouvintes ainda em processo de desenvolvimento da capacidade/estrutura de escuta - Passos para desenvolver e aperfeiçoar as estruturas de atenção e concentração, tão necessárias para o sucesso de quem está em processo de aprendizagem... Idealizadora dessa metodologia de mediação - Claudete T. da Mata. 

Referências: Estudos, pesquisas e vivências na arte narrativa - Oralidade e Escritas a partir de estudos (Leituras literárias/bibliográficas), pesquisas de campo (Vivências em comunidades e nas disciplinas de mestrado e doutorado como aluna ouvinte e especial) e vivências do cotidiano (Visitas às comunidades tradicionais, conversas em família com os mais velhos em conexão com os mais novos, encontros de narradores orais/tradicionais e os profissionais que sobrevivem da arte narrativa oral e autoral, nas conversas com os ouvintes-leitores após as apresentações, assuntos debatidos em oficinas e cursos de formação do contador de histórias...) 

Texto de Claudete T. da Mata, para os leitores do blog Cia Mãos que Tecem Histórias, aqueles que desejam saber e fazer troca de saberes.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

03.07.2019 - CIA Mãos que Tecem Histórias, na feira Catarinense do Livro, em Florianópolis!

E o Contador de Histórias, quando está por inteiro, de caso com a palavra bem contada, desata a imaginação...
(A Cia Mãos que Tecem Histórias, aos pouco vai crescendo. Coordenação: Claudete T. da Mata - Ação voluntária) 777, venha nos patrocinar queridos empresários...
E fomos à Feira Catarinense do Livro, com seus integrantes e convidados, que levaram suas encantarias em cena, a narrar, cantar, dançar e poetizar...
 E as Narradoras amigas, aos poucos foram chegando.
(Da esquerda à direita: As Narradoras de Histórias Roseli Schutel, Vó Osmarina Maria de Souza, Andréa Rihl, Claudete T. da Mata (Eu) e Marli Emmerick Ferreira)

Chamamos as histórias com cantorias que, só os contadores de histórias de alma e coração, conseguem fazer. O demais, necessita de ensaios, palco bem decorado, muitas fitas e rendas... Na CIA Mãos que Tecem Histórias, o Narrador é nosso Convidado a entrar em cena - da plateia para o palco... 
 Bianca (Abaixo) chama os Três Porquinhos no dedilhar das cordas de seu violão.
Bianca Ramos, encantou gente crescida e os que ainda estão a descobrir a encantaria da  musicalidade que conta histórias.
 Eu a acompanho na cantoria de chamada da Dona Bernúncia.
 Entrada da Dona Bernúncia...
 O público, pelo corredor da Feira, certamente que está a nos ouvir. assim é nosso público em ambientes de visitações, compras de livros, etc. Não é um palco de teatro...  Assim é a tarefa de quem vai contar histórias nesses ambientes.
 E quem gosta de ouvir sem olhar mil coisas, senta confortavelmente, enquanto a dona Bernúncia faz a sua  obrigação de entrar na roda, dançar e até abrir seu bocão...
É a Cia MqTH, mais um de meus sonhos que aconteceu e promete acontecer sempre. Assim estou a aprender com os passos que me levam  de mãos dadas com os amigos fraternos, aos lugares por onde no chamam. E me maravilho com o público, a presença interativa do amigos visitantes, dos ouvintes-leitores, com o toque de cada amanhecer. Desde menina, eu sonhava ser o que sou.
 (Bernúncia: confecção de Claudete T. M.s)
 Ela chega encantando a todos.
Após a dança narrativa, cantante/encantante da Dona Bernúncia, aconteceu a Mediação de Leitura animada do Conto da "Bernuncinha - Olê, Olê, Olá...", de Fábio Castilho. 
E sempre vejo o aconchego das narrativas nas diferentes vozes e linguagens, cada qual a expressar na sua forma peculiar de ser e de estar, no alinhavar dos fios de memórias na expressão da arte e da cultura tradicional por onde perpassam a vasta forma de narrar histórias que inspiram o querer de cada ouvinte... E o meu querer sempre rodopia, dança, me esbugalha os olhos a me fazer voltar a ser criança. É aquele querer que precisamos ter, para que os sonhos aconteçam. Assim vivo esse viver há mais de 30 anos. Por isso, não me é difícil continuar sonhando e fazer outros sonhos vir à realidade. 
 E uma força estranha, que chega de mansinho a nos encorajar. 
 Vó Osmarina tem vida longa, sempre a nos preparar para a maturidade cheia de garra, gosto e amor pela arte narrativa e o abraço fraternos dos amigos...
 A Vó nos agraciou com a sua Mulata Faceira. 
 Andréa Rihl nos levou ao encontro da "Velha Rendeira"...
 Ana Esther e Marli, encantoram os ouvintes com contos e cantorias...
Público entra em cena com a narrativa interativa do "Carvalhinho Solitário", autoria da própria Ana Esther Balbão.  
Os ouvintes viajam no dorso da imaginação...

A escritora/narradora de histórias, Princia Belli narrou um poema de Cruz e Sousa - Poeta catarinense que ganhou o mundo e até um museu em sua homenagem, no centro de Florianópolis: Museu Cruz e Sousa. 
E fico atrevida, sem medo de por os pés no chão, as mãos nas massas e nas maçãs. E quando acordo em cada amanhecer, agradeço ao nosso Criador por tudo o que vivi e o que ainda viverei... Sei que o amanhã é um tanto de ilusão que muitos de nós ainda ousam programar..., mas sonhar é preciso... E viver esses sonhos, é vida longa para muitos. Então, meninas da Cia MqTH, vamos viver esse sonho não sonhado só.
Nessa tarde a Contadora de Histórias, também escritora, Raquel Mazzera, representando a "Academia Brasileira de Contadores de Histórias",  também esteve conosco a narrar um causo da vida real do povoado de São João Batista, sua terra natal. 

Meninas: Ana Esther Balbão Pithan, Bianca Ramos, Roseli Schutel, Andréa Rihl, Princia Beli, Osmarina Maria de Souza, Marli Emmerick Ferreira, - Vocês que não me deixaram sozinha em cena; nossos ouvintes-leitores - Nita Saideles Martins, Dom Oscar, Vera Portella, Vera Lucia Silva, Flavia Cardoso Mendes e sua neta Giovana, minha neta Catarina, todas as crianças e adultos que passaram e ficaram para nos ouvir, o público que nos ouviu, mesmo sem querer... A todos, em especial ao nosso #Criador, aqui expresso minha GRATIDÃO! E VOLTAREMOS, MUITO EM BREVE.

Fonte textual: Vivencias do grupo, literatura da tradição oral - segredos ancestrais.
777, venham nos patrocinar queridos empresários... GRATID.ÃO pelo pronto atendimento.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Queridos leitores, estou de volta. Aos poucos estarei postando tudo o que fiz durante minha ausência. Gratidão pela visitação!

BATE-PAPO 01: Vamos socializar nossos estudos e pesquisas? Então vamos!

Parte de minha pesquisa pelo universo das narrativas orais, está voltada à Formação do Contador de Histórias Consciente de seu Papel em Cena, também do Mediador de Leitura Animada e Compartilhada, uma metodologia de mediação de leitura de minha autoria, para tirar o ouvinte-leitor do seu campo de conforto.

NA ARTE NARRATIVA, CONTAR HISTÓRIAS TAMBÉM É ENSINAR E APRENDER - PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CENA, PARA PAIS, PROFESSORES, ACOMPANHANTES, SIMPATIZANTES E CURIOSOS...
Refletir sobre os benefícios da expressão narrativa no processo de desenvolvimento infantil, juvenil, fases futuras... Gente, não temos idades, quando o aprendizado é continuado... Assim gosto de me sentir: sempre criança.

#Narração Oral, #Arte da Palavra (#Contação de Histórias), tradição milenar, da era das cavernas à contemporaneidade, que estamos a ver o quanto ganhamos em aquisição/agregação de novos saberes, para o enriquecimento das práxis narrativas... Dentro e fora das casas, escolas, quintais... Espaços propostos à interatividade dos leitores-ouvintes que chegam para beber da fonte que acorda cedo para ofertar histórias que chegam para integrar novos significados, graças aos syntomas que provocam reflexões inter e intrapessoais, arte desta expressão, que desde sempre, refere-se não ao simples Ato de Contar, mas que vai muito além (sem que muitos, querendo/aceitando (ou não)) do #ContarHistóriasapenas para alegrar... Também, até sem querer, o Narrador de Histórias em voz alta (em cena), é um terapeuta, um educador que expande o ensino nas suas várias vertentes (Ciência, Tecnologia das Informações, Matemática, Antropologia, Arte e Cultura das Civilizações...), como a própria história da história na preservação da natureza ancestral de determinado meio no qual o leitor-ouvinte está inserido desde seu primeiro habitat, iniciando pelo Ovário que o guardou até sua germinação no Ventre Materno... É uma longa viagem até vir a Ser, primeiro o Ser que vive a Primeira Infância.... Que chega de mansinho, e o Narrador que vá ao seu encontro de vagar, de vagarinho.... Caso queira ser entendido... Mas é preciso de empatia para que a comunicação aconteça com competência, sem estrelismos, nem etiquetas. Volte a ser criança não só para brincar, mas para compreender a si mesmo, também.

CONTATO!
Tire dúvidas, critique, compartilhe seu olhar sobre os meus relatos pós pesquisa.

Parceiros Bibliográficos: Mestres/Amigos - Cléo Busatto, Gloria Kirinus, Francisco Gregorio, Jorge Visca, Clarice Fortkamp Caldin, Lenice Gomes... Outros tantos mais.

Este tem sido um dos meus canais de comunicação com você!

AUTORIA: #Claudete T. M.s - Voluntária em ações voltadas à #Arte Narrativa, Mediação de Leitura Animada, Pesquisadora da Tradição Literária Popular, #Formação de Narradores de Histórias e Mediadores de Leitura, Conscientes. Idealizadora dos projetos #Academia Brasileira de Contadores de Histórias (ABCH - Matriz) e #Mãos que Tecem Histórias, dentre outros.
Postagem de 23.06.2019/Facebook.
Semana que vem teremos o Bate-Papo 02!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

PROJETO "MÃOS QUE TECEM HISTÓRIAS" - Dias 09 e 10 (à Noite - Biblioteca Pública de SC) - FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sentadas, tabela e área interna
MÃOS QUE TECEM HISTÓRIAS NASCEU NO ESPAÇO DE HISTÓRIAS
Lugar onde emprestamos e damos VIDA aos LIVROS!

Projeto/Curso: “MÃOS QUE TECEM HISTÓRIAS” - FORMAÇÃO DE MEDIADORES DO LIVRO E DA LEITURA ANIMADA E COMPARTILHADA
Início com aulas nos dias 09 e 10 de Maio/2017
Ministrante: Lenice Gomes (De Olinda)
Turma Única: Das 18h30 às 21h00 (  )

 CONTINUIDADE NA BIBLIOTECA PÚBLICA DE SC: 25 DE MAIO/2017 (AULAS QUINZENAIS)
Turma 1: 14h30 às 17h (  )
Turma 2: 19h às 21h30 (  )

Ministrante: Claudete T. da Mata (idealizadora do Projeto)

Investimento/Alunos Novos: Doação de três Livros de Contos Infanto-Juvenil ao Projeto.
(Sendo que um 01 Livro será doado à Biblioteca Pública de SC, pela Coordenação do Curso)

Local: Auditório da Biblioteca Pública
Rua Tenente Silveira – Centro, Florianópolis/SC
(Em frente do Banco Itaú)
Inscrições até 28 de Abril!

(FOTO DO CURSISTA)
NOME COMPLETO:
DATA DE NASCIMENTO:
RG:                                          CPF OU CNPJ:                                      NATURALIDADE/LOCAL DE NASCIMENTO:
FORMAÇÃO:
ENDEREÇO RESIDENCIAL (COMPLETO):
FORMAÇÃO:
É CONTADOR(A) DE HISTÓRIAS: SIM (  ) NÃO (  )

POR QUE DESEJA PARTICIPAR DESTE PROJETO?

EMAIL:                                                                                                             TELEFONES:
BLOG:                                                                                                              FACE BOOK:
PRETENSÕES REFERENTES A ESTA FORMAÇÃO:
BREVE CURRÍCULO (FORMAÇÃO, CURSOS E ATIVIDADES DOS ÚLTIMOS 2 ANOS):
Data da inscrição: ............../........./2017
Assinatura do Cursista
Atenção!
·   Duração do Curso: De Ação Continuada. A Certificação será Assinada pela Ministrante/Coordenadora do Projeto e a Presidência da Fundação Catarinense de Cultura/FCC; entregue semestralmente.
·    Quem participar do projeto terá direito Às Oficinas Extras com inclusão da carga horária na certificação semestral.
·         Ao final de 18 meses, os participantes receberão o “Certificado de Mediador de Leitura”, com a carga horária total do curso.
·         Certificação contendo no seu verso, o Conteúdo Programático, enviada semestralmente, por email!
·         Para a garantia da Certificação: os Cursistas devem enviar esta ficha por e-mail, DIGITALIZADA e ASSINADA para: claudete_tm@hotmail.com

Claudete T. da Mata
Presidente Nacional-Fundadora da ABCH (Matriz), Membro Imortal Vitalícia da Cadeira 01

Mentora, coordenadora e ministrante de projetos da ABCH (Ação 100% voluntário).

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Espaço de Histórias: Como tudo começou?

FORMAÇÃO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS-MEDIADOR DO LIVRO E DA LEITURA ANIMADA E COMPARTILHADA

O curso surgiu com o intuito de fomentar o refinamento da prática da oralidade, sacudir nos contadores de histórias o gosto pelo livro e pela leitura, pesquisar, estudar e incentivar estas atividades de difusão cultural capazes de contribuir com o despertar da sensibilidade humana, o imaginário consciente e o despertar da criatividade dos participantes envolvidos nestas atividades em grupo.

Julho: 13 e 27/07;
  
Agosto: 10/08 e 24/08;
Setembro: 14/09 e 28/09;
Outubro: 19/10;
Novembro: 09/11 e 23/11.
*cronograma sujeito a alteração.
Turma 1 - 15h às 17h
Turma 2 - 19h às 21h
Nessa segunda-feira (13.07.2015) foi ministrada a primeira aula da oficina gratuita: Espaço de Histórias, que até o momento atual está a ensinar técnicas e métodos de contação de histórias aos participantes. Realizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, o curso é uma iniciativa da Academia Brasileira de Contadores de Histórias (ABCH) em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura, desde o início da criação da Oficina Literária Boca de leão (24.07.2012), Projeto doado por Claudete T. da Mata à FCC (em 2016).  
Foto: Fotógrafo da FCC
E levamos o Curso Espaço de Histórias para o CIC, em 13 de julho de 2015. 
(Ação ABCH, em andamento)
O conteúdo de formação foi elaborado pela contadora de histórias Claudete Terezinha da Mata, Presidente de Honra da ABCH, inicialmente ministrado pela autora do projeto e a Vice-Presidente da ABCH, Cristina Magdaleno Lopes.  

Narração de histórias, dia 25 de abril de 2016 - Auditório da Biblioteca Pública de SC.
De onde surgiu a ideia do Curso?


O Curso surgiu da necessidade de inovações do processo de formação de contadores de histórias, incluindo a modalidade: Mediador do Livro e da Leitura Animada e Compartilhada. Um processo contínuo em prol da formação do narrador oral consciente de seus atos em cena. Assim como o Projeto “Tempo de Histórias" surgiu de necessidades observadas na primeira apresentação do Projeto “Histórias na Praça”, diante das necessidades observadas no decorrer das apresentações do Projeto Tempo de Histórias, surgiu a ideia de levar o Projeto de Formação do Contador de Histórias, em funcionamento na Biblioteca Pública de SC (desenvolvido na Oficina Literária Boca de Leão, atualmente só com a formação de escritores conscientes), foi aque a partir de de uma Reunião de Diretoria, na BPSC, decidiu-se levar a formação do contador de histórias para o CIC, pela ABCH foi intitulado: Curso “Espaço de Histórias”, com carga horária de Curso (não de Oficina) funcionamento na sala de cinema do Centro Integrado de Cultura/CIC.

Curso aberto ao público em geral, em idade a partir dos 10 anos (desde que esteja acompanhado de um adulto responsável). 

Em 06.03.2017, o curso retorna com a sua Terceira Etapa, atendendo duas turmas que iniciaram em 07.03.2016. 
Continuidade da proposta de Formação que, desde sua criação em 13.07.2015, está voltado ao estudo, à pesquisa e ao aprendizado de técnicas para o desenvolvimento das competências das Práticas da Oralidade dos Narradores de Histórias-Mediadores de Leitura Animada e Compartilhada.  Uma etapa de muitas trocas de saberes entre os integrantes a se preparar para se sentirem de fato: Contadores de Histórias. Todos conscientes dos seus deveres em cena, sempre a experimentar dos benefícios levados aos leitores-ouvintes, enquanto sujeitos afetivos, também, para si mesmos. 
Metodologia do Curso: Em “Três Etapas”, o curso propõe a inclusão de “Oficinas Extras”, com a exigência de frequência Mínima de 75%. Com acesso às informações (Conhecimentos teóricos e práticos de diferentes estilos-modalidades) importantes ao empoderamento do narrador oral, para o fortalecimento do processo afetivo-criativo a convidar os seus leitores-ouvintes para uma viagem única... Dinamizar o refinamento das práticas da oralidade a revelar os segredos de cada narrativa em cena, com planejamento mensal. assim propor aos integrantes, momentos indispensável aos narradores que habitam o o interior de cada um. sempre incentivados à busca do acesso não somente aos livros literários, como também acordar os seus saberes implícitos e contidos na sua infância interior.
Em todas as etapas do curso, busca-se priorizar o empoderamento do contador de histórias, oportunizando benefícios para o desenvolvimento cognitivo, afetivo, emocional, criativo e cultural de cada integrante envolvido em rodas de escuta e apreciação de saberes teóricos e práticos.
As Oficinas Extras surgem para que todos tenham acesso às falas de diferentes profissionais; outras metodologias para agregar conhecimento sobre outras tendências da narratividade oral, assim poder chegar ao enriquecimento de novas falas e outras formas de linguagens simbólicas, onde o real sempre vai estar de mãos dadas com o poder da imaginação. Tudo sempre regado com águas da amorosidade humana.  
As aulas acontecem quinzenalmente, no cinema do Centro Integrado de Cultura e outros espaços de acolhimento às ações deste projeto. 

Curso: espaços de proposição de ensino e troca de aprendizado, de respeito às diferenças identificadas no decorrer das aulas, paralelas às práticas em grupo, acontece com repasses de técnicas essenciais a cada estilo narrativo. tudo sem mexer nas escolhas do narrador oral.
Fechada esta terceira Etapa, em 13 de julho/2017, o projeto terá continuidade, com a Primeira Etapa a ser iniciada no dia 07 de Agosto/2017 - com as duas novas turmas (vespertino e noturno), com conclusão em 13.07.2018.
Fora do espaço da FCC, o Curso exige um Investimento no mínino de R$30,00 (Mensal) por integrante. Ou para quem participa somente das Oficinas Extras: R$60,00 (Por Oficina, gerando possibilidades de ressarcir os Oficineiros)
Considerações Finais
A ABCH, por não possuir patrocínios financeiros de outras entidades, empresas, etc., em especial, da Fundação Catarinense de Cultura. Neste contínuo, por meio de suas atividades de formação e apresentações, busca multiplicar, preservar e perpetuar os contadores de histórias, narradores orais e a nossa ancestralidade. Por ser uma entidade sem fins lucrativos, busca todo o apoio possível para o custeio de suas práticas: Viagens, alimentação e estadia dos acadêmicos a serviço da ABCH. Até o presente momento, somente, recebe o apoio da Fundação Catarinense de Cultura para o desenvolvimento das ações. Demais projetos levados à sociedade.
Apoio da FCC à ABCH: Liberação de Espaços da FCC; divulgações das ações da ABCH, no site da FCC e CIC, custeio de viagens, liberação de xerox de documentos, etc. Por estas ações acima citadas acontecerem dentro das Casas da FCC; onde a ABCH também colabora com o desenvolvimento de alguns eventos da FCC. Ou seja, considerando o Termo de Cooperação nº 307/2015 – 2017, entre a FCC e a ABCH, solicitamos por meio de Ofícios à Presidência da Fundação Catarinense de Cultura – FCC, solicitando Isenções no uso de Espaços da FCC, para o desenvolvimento das oficinas no espaço do Centro Integrado de Cultura, também na divulgação das ações da ABCH pela Assessoria de Comunicação da FCC. 
Em casos especiais, solicitamos a liberação de cobranças em outros espaços, para o desenvolvimento das Oficinas Extras, com direito à cobranças de Investimentos (dos Cursistas), para o pagamento de ministrantes convidados. Na FCC, conseguimos fazer isso por meio de venda de produtos: livros, etc. Assim, a ABCH necessita da colaboração de outros órgãos, por meio de patrocínio via depósito nominal, que pode ser solicitada as informações para este fim, por email: claudete_tm@hotmail.com!
Claudete T. da Mata - Nona Feira Catarinense do Livro/Florianópolis/SC - Maio de 2016. 
Maria Teresinha Debatin - Taquaras/Rancho Queimado/SC - Dezembro de 2016.
Idealização, Redação e Coordenação dos Projetos (Histórias na Praça; Tempo de Histórias e Espaço de Histórias), junto com a Madrinha da ABCH, Maria Teresinha Debatin e a Presidente de Honra Claudete T. da Mata, em Assembleias e Reuniões de Diretoria.

A arte de contar histórias, com ou sem a presença do livro, na ABCH, é um convite a uma viagem repleta de narratividade a alimentar a alma humana, desde a sua tenra idade. O Espaço de Histórias, por meio de aulas expositivas e práticas e suas oficinas extras, acorda os fios da memória de seus leitores e seus ouvintes afetivos. Todos na preservação do narrador de histórias, também na perpetuação da nossa ancestralidade. E assim, cada narrador vai estar envolvido com os espaços de agregação de novos saberes. Desses narradores a serviço das possibilidades de crescimento que constitui o acervo da literatura oral. Claudete T. da Mata

Currículo Resumido:
Claudete Terezinha da Mata, Pedagoga, Especialista e Mestre em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Ministrante de cursos de capacitação pedagógica para professores, arte-educadores e outros profissionais. Ministrante de oficinas de formação de contadores de histórias, mediadores do livro e da Leitura animada e compartilhada. Contadora de histórias militante e atriz bonequeira. Mulher Oleira.  Escritora e Cronista. Orientadora da Aprendizagem e Supervisora de Estágios em Cursos de Pós-Graduação (Quando Convidada). Pesquisadora de histórias para a preservação de memórias tradicionais. Gestora de projetos da ABCH. Voluntária-Ativista em atividades culturais e artísticas, Militante na arte das narrativas orais, em Bibliotecas Públicas de SC e outras casas e pontos de cultura, escolas, praças, universidades e comunidade em geral. Idealizadora do Curso Espaço de Histórias: Formação do Contador de Histórias-Mediador do Livro e da Leitura animada e Compartilhada (lançamento em 13.07.2015); Mão que Tecem Histórias (Projeto para o incentivo de estudos, pesquisas, desenvolvimento de oficinas de resgate de memórias adormecidas e perdidas e registros catalográfico, com textos, fotos e vídeos...). Presidente Nacional/Fundadora da Academia Brasileira de Contadores de Histórias/ABCH (Matriz), Sede em Florianópolis/SC. Ações 100% voluntárias.

BIBLIOGRAFIA:
ALVES, Rubem. Ao Professor, Com o Meu Carinho. Editora: Bestbolso - Categoria: Literatura Nacional / Contos e Crônicas.
BELINKY, Tatiana. Os Contos de Grimm. Tradução do alemão. SP: Ed. Paulus, 1989.
BUSATTO, Cléo. O Fio da História: Por uma educação pela paz. Curitiba/PR: Artes & Textos, 2011.
___________ Práticas da Oralidade na sala de aula. SP: Cortez, 2010 (Oficinas aprender fazendo).
___________ Contar e Encantar: Pequenos segredos da narrativa – Petrópolis/RJ: Vozes, 2012.
JOSÉ, Elias. Memórias, cultura e literatura: o prazer de ler e recriar o mundo. SP: Ed. Paulus, 2012.
SARTRE, Jean-Paulo. A imaginação. Porto Alegre, RS: L&PM, 2013. 
SISTO, Celso. Do griô ao vovô: o contador de histórias tradicional africano e suas representações na literatura infantil. Silvahttp://www.seer.ufrgs.br/NauLiteraria/article/viewFile/43352/27859